6/05/2006

Euro 2006: Holanda campeã


A equipa holandesa sagrou-se ontem campeã da Europa da categoria de sub 21, vencendo a Ucrânia por 3-0, no Estádio do Bessa.
Os dois primeiros golos foram apontados por Klaas Jan Huntelaar, o melhor marcador do Europeu com quatro tentos marcados.
No primeiro tempo, a Ucrânia ainda atirou duas bolas ao poste, mas a Holanda soube tirar partido dos erros cometidos pelo seu adversário. Os golos surgem aos 11 e aos 43 minutos pelos pés de Huntelaar. O último tento da Holanda aparece aos 94 minutos por Nicky Hofs.
A Holanda apresentou-se com um jogo mais consistente, criativo ao longo de todo o jogo, acabando por ser uma justa vencedora.
No final da partida, o seleccionador holandês sentia-se orgulhoso pelo triunfo da sua equipa, que ao longo da competição foi-se ajustando, dando equilíbrio à equipa.
Já Alexey Olexiy Mikhailichenko, seleccionador da Ucrânia lamentou os erros cometidos pela sua equipa, mas não deixou de elogiar o execelente percuso da selecção ucraniana.

Imagem retirade de http://www.abola.pt

Braga volta a reviver o passado


Terminou ontem a segunda edição de “Braga Romana: Reviver o Passado na Bracara Augusta”, presente no centro histórico de Braga desde o dia 1 de Junho.
Esta feira romana pretendeu evocar “uma oportunidade de reflexão sobre o passado da cidade, proporcionando a recriação de momentos históricos e o contacto com testemunhos arqueológicos dessa época”.
Esta foi uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Braga em conjunto com outras associações, onde participaram também algumas escolas do concelho.
Foram várias as actividades levadas a cabo nestes quatro dias nomeadamente o funcionamento do mercado romano e das “lojas” de alimentação, animações de rua como as artes do circo, teatro e recriações do quotidiano romano, práticas bélicas, personagens mitológicas, saltimbancos, músicas e bailarinas, parque de jogos infantis, espectáculos teatrais entre muitas outras.
Segundo alguns comerciantes o objectivo é alargar ainda mais a feira romana nas edições seguintes de forma a atrair mais públicos e turistas.

5/26/2006

Parque da Bela Vista abriu hoje portas ao Rock in Rio


Começou hoje, aquele que é o evento mais esperado do ano: o Rock in Rio.
O parque da Bela Vista abriu hoje as suas portas com um espectáculo de percussão de 151 tambores.
A organização do evento anunciou já, lotação esgotada, numa noite em que são esperadas 90 mil pessoas.
Pelas 18h00, Ivete Sangalo fez uma pequena intervenção no palco principal do Rock in Rio para interpretar uma música de John Lennon que acabou por emocionar milhares de pessoas.
Cerca das 19h00, foi a vez dos D'Zrt subirem ao palco e porem a plateia a saltar e cerca de uma hora e quarenta e cinco minutos depois Ivete Sangalo voltou a actuar, num concerto bastante aguardado pelo público.
As grandes atracções da noite são sem dúvida os artistas internacionais Jamiroquai e Shakira que actuará por volta das 0h30.
No "hot stage"actuaram esta tarde as chamadas bandas secundárias como os Room 74, os Fingertips e os Expensive Soul.
As grandes novidades do festival deste ano são a pista de neve artificial, dois novos bares e a redistribuição das áreas comerciais de apoio.
Na tenda electrónica, a programação contará com Groove Armada, David Guetta, Luis Leite & Alex SPS Darkmountain Group com Cláudia Franco e o HP Tocá Rufar Project, com horário entre as 20h00 e as 4h00.

5/24/2006

Euro 2006: Portugal estreia-se a perder


Ontem, o Estádio Municipal de Braga foi palco do jogo inaugural da selecção portuguesa de sub 21 no Euro 2006, onde acabou por sair derrotada pela selecção francesa (0-1).
A partida teve início pelas 19h45 e a selecção nacional pôde contar com o apoio de 24 mil espectadores.
A primeira parte da partida foi marcada pelo domínio dos gauleses, impedindo que os portugueses impusessem o seu jogo. O golo surge aos 40 minutos, livre de Faubert, do lado direito, que coloca a bola na área portuguesa, Rolando salta com Briand, mas é o francês que leva a melhor e marca o único golo do jogo.
A equipa portuguesa regressou do balneário com uma alteração, saíu Manuel Fernandes para a entrada de Varela.
No segundo tempo, a equipa nacional tornou-se mais rápida e objectiva, mas não o suficiente para derrubar a excelente defesa francesa.
O seleccionador nacional, aos 71 minutos mexeu na estrutura da equipa, substituindo Nuno Morais por Diogo Valente, apostando num 3x5x2 "voltado" para o ataque. A última alteração aconteceu as 85 minutos, com a saída do capitão Ricardo Quaresma para dar lugar ao ponta de lança Lourenço. Todas estas alterações não alcançaram quaiquer efeitos práticos.
No final da partida, ambos seleccionadores reconheceram a superioridade da selecção francesa e os jogadores portugueses mostraram-se confiantes para o próximo encontro, que se realizará amanhã em Barcelos, frente à selecção da Sérvia e Montenegro.

Imagem retirada de http://www.record.pt

5/23/2006

Testemunhos de Guerra em exposição na reitoria da U.M


Está presente desde o dia 12 de Maio e até o próximo dia 10 de Junho, no Salão Medieval da Reitoria da Universidade do Minho, no Largo do Paço, em Braga, uma exposição subordinada ao tema " Testemunhos de Guerra".
Esta exposição retrata a presença portuguesa em África no período da Guerra de Ultramar(1961-1974) que culminou com a Revolução do 25 de Abril de 1974.
Organizada pelo Regimento de Cavalaria Nº6, pelo Conservatório de Musica Calouste Gulbenkian de Braga e pelo Conselho Cultural da Universidade do Minho, através das suas unidades culturais do Centro de Estudos Lusíadas e da Biblioteca Pública de Braga esta exposição pretende dar a conhecer as mais variadas dimensões da guerra, dirigindo-se não só áqueles que foram presenças vivas neste acontecimento, mas também aos que revelarem curiosidade pelo conhecimento deste período.
A guerra que Portugal travou nas ex-colónias (Angola, Guiné e Moçambique) durante treze anos e que envolveu cerca de 1.361.596 jovens e seus familiares, é assim o tema central desta mostra, marcada por uma forte componente fotográfica e equipamento e armamentos militares.
O início da exposição evidencia os antecedentes desta Guerra e as cidades mais importantes das antigas colónias e num segundo momento, denominado "As tropas, seus meios" é visível a chegada e o desfile das tropas portuguesas nas capitais das colónias e o contentamento e euforia da população.
O painel "Acção Social" reporta-se ao apoio dos militares portugueses para com as populações autóctones, em especial as crianças, em domínios da acção educativa, económica, sanitária e médica.
No "Inimigo" compreende-se a ideologia e os objectivos dos diferentes líderes e movimentos de libertação existentes em Angola, Moçambique e Guiné.
O quotidiano da vida dos combatentes é expresso em “Os Aquartelamento", bem como as suas expectativas e trabalhos .
Ataques, emboscadas e situações de combate são mostradas no painel "Os combates", onde é dado relevo aos grupos especiais de combate como os Comandos, os Pára-quedistas e os Fuzileiros.
Esta exposição termina com um sector orientado para as consequências desta Guerra , onde se apreciam as condecorações existentes como o Colar de Torre e Espada, a Medalha de Valor Militar, a de Cruz de Guerra e a das Campanhas de África.
Como não poderia deixar de ser, esta exposição faz referência às consequências físicas e psicológicas do acontecimento através dos deficientes e a sua Associação (ADFA); da listagem dos 9.749 militares que faleceram, do 25 de Abril de 1974; e das datas da independência das colónias.
A exposição funcionará das 9:00 às 12:30 e das 14:00 às 17:30 e paralelamente a esta serão organizados eventos relacionados com a temática.

Fonte:http://umonline.uminho.pt
Imagem retirada do mesmo site

Portugal estreia-se no Euro sub 21


A selecção portuguesa de sub 21 estreia-se no Europeu de sub 21 frente à selecção francesa, hoje pelas 19h45, no Estádio Municipal de Braga, onde se prevê casa cheia.
Para este jogo, o seleccionador Agostinho Oliveira já pode contar com Ricardo Quaresma. O jogador que tinha sido pisado por Custódio no treino de ontem, sofrendo um traumatismo no pé esquerdo, encontra-se apto para capitanear a equipa das quinas.
O seleccinador mostra-se optimista e confiante nos seus jogadores, afirmando: «Aposto tudo em Portugal
Em relação ao onze inicial, Agostinho Oliveira tem apenas uma dúvida: Varela ou Nani. Segundo o treinador,
«Nani é mais criativo, enquanto Varela equilibra mais o colectivo. Ou aposto no colectivo, ou coloco toda a criatividade em campo...»
Quanto à equipa francesa, o seleccionador nacional refere que: «tem um colectivo muito forte, uma estrutura bem definida e muita qualidade individual, principalmente nas alas.»
O árbitro da partida é o inglês Howard Webb.

Imagem retirada de http://www.abola.pt

5/03/2006

IX Jornadas de Comunicação Social

Decorreram, nos passados dias 19 de Abril, as IX Jornadas de Comunicação Social da Universidade do Minho, no novo edifício destinado às Ciências Sociais daquela Universidade. As Jornadas foram subordinadas ao tema "A Liberdade de Expressão" e contaram com a presença de vários nomes na área da comunicação, que participaram em diferentes painéis. O último painel reservado à conferência abordou o "Conflito da Liberdade", pela voz de Lídia Branco, advogada e jornalista; Luís Botelho Ribeiro, docente da UM e pré-candidato à Presidência da República em 2006; José Rui Teixeira, teólogo, escritor e professor de Filosofia; com moderação de Madalena Oliveira, docente do Instituto de Ciências Sociais da UM. Lídia Franco abordou o assunto do jornalismo irresponsável, dizendo que o seu exercício é "a ignorância". "A liberdade de expressão enquanto direito de informar e de ser informado responsavelmente" foi assim que Lídia Franco enquadrou o tema das Jornadas com o assunto do seu painel. No que concerne ao respeito, a jornalista e advogada alertou que "o jornalista ao respeitar-se a si está também a respeitar o outro".Luís Botelho Ribeiro deixou claro que "ser responsável é ser chamando a responder, a justificar ética ou deontologicamente os seus actos". A finalizar o painel, José Rui Teixeira disse que "muitas vezes o jornalismo que se faz não obedece a um paradigma intelectual", referindo que há "limites por uma questão de respeito", sendo que um desses limites deve ser a "honestidade intelectual".
O segundo dia das Jornadas foi reservado a workshops.

4/28/2006

Moisés Martins apresentou ontem candidatura a reitor da Universidade do Minho


Foi perante uma sala repleta de alunos, docentes e funcionários que Moisés Martins, actual presidente do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, apresentou ontem dia 27 de Abril , pelas 15h00, a sua candidatura a reitor.
O professor catedrático referiu que a Universidade está de "ombros caídos" e que "Hoje, temos uma Universidade triste, medrosa e de voz acorrentada"e que é seu desejo concluir logo no primeiro ano de mandato o processo de democratização do reitor.
"O meu propósito é o de procurar criar convosco palavras novas. E é o de procurar também que nos persuadamos uns aos outros a servirmo-nos delas", referiu o candidato.
Moisés Martins criticou a forma como a actual reitoria tem dirigido a Universidade e acredita que é possível estabelecer a presença reitoral permanente nos Campi universitários de Gualtar e Azurém, propondo mesmo a presença permanente de um vice-reitor no pólo de Guimarães.
Moisés defendeu ainda que:" um Reitor não deve ser antes de mais nada um senhor do Paço, nem o gestor de uma máquina administrativa, de costas voltadas para a Academia. Deve ser sim um académico"explicando que um reitor deve sentir os problemas e alegrias de alunos, docentes e funcionários.
O presidente do Instituto de Ciências Socias deseja abrir os Campi à comunidade e dar-lhes "vida própria para lá do horário das aulas" de forma a combater a "atmosfera deprimente que se apossa dele aos sábados de tarde e Domingos".
Caso seja eleito, compromete-se também a estabelecer uma Reitoria de porta aberta a alunos, funcionários e docentes, uma vez por mês nos campi,a criar o lugar de administrador da universidade, a promover a animação cultural nos campi, a trazer de imediato a Rádio Universitária para o campus de Gualtar, e repensar o modo de utilização doa anfiteatros para actividades académicas.
O processo de Bolonha foi também discutido e o candidato referiu que este foi uma ideia "estragada" pelo equívoco de o associar ao financiamento do ensino superior. Explicou também que a universidade "viu-se e ainda hoje se vê à deriva" por não ter havido uma discussão aberta.
Esta sessão de apresentação da candidatura foi maior parte do tempo ocupada por questões apresentadas pelos presentes.
Na próxima Quinta-feira, Moisés Martins anuncia a lista que o acompanha, em Guimarães e no dia 11 de Maio, reúne-se com os estudantes na U.M.
Fonte: Diário do Minho e http://universidadeplural.blogspot.com/
Imagem retirada do mesmo site

Liberdade de Expressão nas IX Jornadas de Comunicação Social

Tiveram lugar nos dias 19 e 20 de Abril , no actual Edifício do ICS, as IX Jornadas de Comunicação Social subordinadas ao tema: "Liberdade de Expressão".
Na sessão de abertura estiveram presentes Zara Coelho, Directora do Departamento de Ciências da Comunicação, Anabela Carvalho, Directora do curso de Comunicação Social, Hugo Torres, Presidente do GACSUM e Moisés de Lemos Martins, Presidente do Instituto de Ciências Sociais e actual candidato a Reitor da Universidade do Minho que comentou a crescente politização dos media numa sociedade onde "cada vez se fala menos de mais assuntos".
O primeiro painel respeitante à Liberdade da Arte teve como convidados John Cawood, Regente da Cadeira Informação e Comunicações da Manchester Metropolitan University, que focou a importância do papel da Internet na forma como se consome a arte, Valter Hugo Mãe, Escritor e Editor que referiu a diferença existente entre os conceitos de aceitação e tolerância,João Negreiros, actor, dramaturgo e encenador que primou pela sua postura irreverente ao referir a inexistência de liberdade no Teatro, condicionada por vários factores, e ainda Carolina Leite, docente da U.M. A moderação deste painel esteve a cargo do Jornalista Nuno passos.
O segundo painel realizou-se ao início da tarde, expresso pelo tema Liberdade: Território Sem Fronteiras. o moderador do debate foi Victor Ferreira, Jornalista e aluno de Comunicação Social na U.M.
A primeira convidada a tomar a palavra foi Alessandra Silveira, docente de Direito Constitucional na U.M que explicou que "a liberdade de expressão tem limites e fronteiras porque não existe uma hierarquia de bens, ninguém tem direitos absolutos". A docente prosseguiu o seu discurso afirmando que a Constituição deve ser entendida na sua unidade de sentido , pois aquela é o que governados e governantes fazem na prática.Este painel contou ainda com a participação da Docente de Relações Públicas da U.M, Gabriela Gama que afirmou que "a liberdade humana é sempre finita" e que "padrões culturais impõe limites, não a anulam mas impõem obstáculos". A última convidada a pronunciar-se foi Nassalete Miranda, Directora do Primeiro de Janeiro que defendeu que "a liberdade é infinitamente finita".
Madalena Oliveira, docente do Instituto de Ciências Sociais moderou o último painel dedicado a O Conflito da Liberdade . Este painél contou com a participação da jornalista e advogada Lídia Branco, do docente Da U.M e pré-candidato à Presidência da República, Luis Botelho Ribeiro e de José Rui Teixeira, teólogo, escritor e professor de Filosofia.
O segundo dia destas jornadas foi exclusivamente dedicado à realização de workshops direccionados para os campos do Jornalismo, Relações Públicas, Audiovisuais e Publicidade.
Este ano as IX Jornadas de Comunicação ficaram marcadas pela forte presença de alunos e docentes, o que constituiu uma excepção e não uma regra em relação a anos interiores.

4/22/2006

Divulgados os números finais da “Operação Páscoa”

A “Operação Páscoa” da Brigada de Trânsito (BT) da GNR, iniciada às 24h do passado dia 13 de Abril, terminou nesta segunda-feira às 24h e registou menos acidentes, menos feridos e menos vítimas mortais do que na mesma época festiva do ano transacto. Em relação aos números finais avançados pela BT, dos 1244 acidentados registados resultaram 10 vítimas mortais, menos três que em 2005; 25 feridos graves, menos 14 que no ano passado e 331 feridos leves, menos 101 que no mesmo período de 2005.
Após a análise das presumíveis causas dos acidentes a BT aponta como principais razões o excesso de velocidade e os níveis de álcool concentrados no sangue acima do permitido.